SC: Quatro jovens desaparecidos são encontrados enterrados e polícia detalha o que já se sabe sobre o caso

Quatro jovens que haviam se mudado recentemente para o estado de Santa Catarina, em busca de emprego e de dias melhores, foram encontrados sem vida na região de Biguaçu, após ficarem desaparecidos por alguns dias.

O caso, que mobiliza as autoridades locais, ainda está sendo investigado pela Polícia Civil, que tenta esclarecer as circunstâncias que levaram ao desfecho. Os corpos foram localizados enterrados e apresentavam sinais de decomposição, o que dificultou a identificação inicial.

No entanto, dois deles já foram oficialmente reconhecidos: Pedro Henrique Padro de Oliveira, de 19 anos, natural de Araraquara (SP), e Guilherme Macedo de Almeida, de 20 anos, de Guaranésia (MG).

Os outros dois jovens, Daniel Luiz da Silveira e Bruno Máximo da Silva, ambos de 28 anos, ainda aguardam confirmação oficial, embora familiares tenham reconhecido os corpos de maneira informal e estejam apenas aguardando os trâmites do Instituto Médico Legal.

A área onde os corpos foram encontrados foi isolada para a coleta de evidências, com a participação da Polícia Científica e da Delegacia de Polícia da Comarca de Biguaçu.

Os quatro amigos estavam desaparecidos desde o dia 28 de dezembro. Todos haviam se mudado para Santa Catarina há cerca de quatro meses com o objetivo de conseguir trabalho e estabelecer uma nova vida.

Eles moravam em São José, município vizinho a Florianópolis. O último contato registrado foi feito por Guilherme, que conversou com a mãe no sábado anterior ao desaparecimento. A partir do domingo, os familiares não conseguiram mais contato, o que motivou o acionamento das autoridades.

Registros de câmeras de segurança mostraram os jovens no Centro de Florianópolis e, posteriormente, em frente ao prédio onde moravam. Essas imagens se tornaram peças importantes para a investigação em andamento.

O caso permanece em apuração, e as equipes responsáveis seguem buscando informações que ajudem a entender os acontecimentos e seus desdobramentos. Não há informações sobre o translado dos corpos para que o familiares possam providenciar os sepultamentos.

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