Turista tem morte dolorosa após ter braço arrancado em praia do Caribe
Ao mergulhar nas águas cristalinas de uma praia tropical, poucos turistas imaginam que o mar, tão convidativo, pode esconder riscos inesperados. Correntes fortes, águas-vivas, ouriços e, em raras ocasiões, tubarões, fazem parte dos perigos naturais que exigem atenção e respeito.
O recente caso ocorrido nas Ilhas Virgens Americanas serve como um lembrete de que a natureza, embora fascinante, também impõe limites que não devem ser ignorados.
Arlene Lillis, uma turista de 56 anos, originária de Minnesota, nos Estados Unidos, estava aproveitando um dia tranquilo na praia de Drosch, em St. Croix, quando foi surpreendida por um ataque de tubarão.
O incidente aconteceu na última quinta, dia 8 de janeiro, enquanto ela nadava próxima à costa. Testemunhas relataram terem ouvido gritos vindos do mar, o que chamou a atenção de Christopher Carroll, um enfermeiro e ex-salva-vidas que estava hospedado em um hotel à beira-mar.
Carroll correu até o local e mergulhou para socorrer a vítima, que já estava cercada por uma mancha de sangue a poucos metros da areia. Ao alcançá-la, percebeu que o braço esquerdo de Arlene havia sido arrancado abaixo do cotovelo.
Mesmo consciente, ela demonstrava sinais de extrema fraqueza e, segundo o socorrista, chegou a dizer: “Vou morrer.” Outro turista, com treinamento em primeiros socorros, também tentou ajudar no resgate. Apesar dos esforços, Arlene não resistiu à grave perda de sangue e faleceu no hospital local.
As autoridades ainda não identificaram a espécie do tubarão envolvido no ataque. O episódio reacende o debate sobre segurança em áreas de banho e a necessidade de sinalização adequada em praias conhecidas por abrigar fauna marinha diversa.
Para quem busca o refúgio perfeito nas águas caribenhas, o conselho é claro: a beleza do oceano exige admiração, mas também cautela.

